Agecopa confirma estádio para Mário Andreazza
No início do ano a Agecopa já havia divulgado que além da Arena Multiuso, que vai substituir o Verdão, a Grande Cuiabá ganharia mais dois estádios, que servirão de Centros de Treinamentos para as seleções da Copa do Mundo de 2014, e que posteriormente serão herdados pelos clubes da Baixada. A notícia foi um balde de água fria sobre a cabeça de Carlos Orione. O presidente da FMF esperava que o Governo do Estado ampliasse e modernizasse a praça esportiva de propriedade da entidade; o que já foi descartado. Ontem o secretário de infra-estrutura da Agecopa, Carlos Brito ratificou o compromisso da Agecopa em construir os CTs. “Isso já estava definido; além da Arena que vai ser construída onde antes era o Verdão, a Agecopa irá construir dois centros de treinamento, um em Várzea Grande, na avenida Mário Andreazza, nos fundos de uma indústria de refrigerantes, que inclusive deverá ter uma estrutura mais completa, porque deverá permanecer após a Copa como o estádio da cidade, e o outro em Cuiabá”, confirmou em entrevista à Rádio Bandeirantes/Industrial de Várzea Grande. Brito não quis adiantar durante a entrevista, o local escolhido para construir o CT na Capital, mas já há alguns dias, havia afirmado que a área mais viável seria a do Grande CPA (Morada da Serra). As obras, segundo o diretor da Agecopa, começam em fevereiro de 2011; assim, o Operário de Várzea Grande, que se recusa a atuar pela Copa do Brasil no Luthero Lopes, em Rondonópolis, não terá outra escolha. Isso porque o Dutrinha não reúne condições físicas e nem de segurança para receber um grande público da competição nacional. Até que os CT”s fiquem prontos, os clubes da Baixada Cuiabana não terão outras alternativas: o Dutra, para os jogos regionais e o Luthero Lopes para as competições nacionais. A Arena Multiuso, que deve começar a ser erguida em 45 dias, só será utilizada pelos clubes de Mato Grosso e partir do segundo semestre de 2014 ou 2015, após os jogos da Copa do Mundo. Antes disso, todos os espaços, no entorno da obra e os CTs”s são considerado área Fifa, e, portanto, “particulares” e invioláveis, segundo o Caderno de Encargos da entidade.














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