Alecsandro revela: ‘Sempre disse sim ao Vasco, o Internacional que rejeitava’
Atacante agradece oportunidade dada pelo Vasco e destaca emprenho de Rodrigo Caetano e Dinamite.
Apresentado oficialmente na tarde desta quinta-feira, o atacante Alecsandro mostrou toda sua satisfação com a nova jornada que terá em São Januário. Agradecendo sempre o presidente Roberto Dinamite e o diretor-executivo Rodrigo Caetano, segundo ele, peças fundamentais na negociação, ele explicou a saída do Internacional e mostrou ansiedade para estrear.
– Minha saída do Inter não foi técnica, tática, foi uma saída extra-campo. No futebol, não basta apenas fazer gols, jogar bem. Envolve muita coisa e um dos motivos foi a troca da diretoria, necessidade de um novo atacante por termos perdido o Mundial. Tem que achar um culpado e eu fui um dos escolhidos injustamente. Não tenho mágoa, dominei no peito e a minha culpa foi igual a de todos que participaram, mas fora de campo creditaram muito mais a mim e esse foi um dos motivos de ter me deixado fora em 2011. Após conversas cheguei a essa conclusão de que essa saída seria bem vinda. Não preciso provar nada, apenas comprovar que posso fazer gols e espero que nesses três anos eu seja feliz – disse.
Abaixo a entrevista concedida pelo atacante:
NEGOCIAÇÃO
– O presidente pediu minha contratação, mas em especial o Rodrigo Caetano que esteve em Porto Alegre (RS) e a todo momento tentou minha contratação. Falei sim desde o primeiro momento e o Inter que rejeitou. Eu gostaria de vir para cá desde o início, pela história do clube, pelo que poderia me proporcionar.
FUTURO
– Quero buscar sempre o melhor, é um prazer estar me apresentando ao lado de um ídolo e espero retribuir o carinho do presidente e de todo o torcedor. O que mais me chamou a atenção foi a palavra campeão e graças a Deus em todos os clubes por onde passei tive a oportunidade de levantar troféus. Tenho certeza que já este ano vamos ganhar alguma coisa.
TORCIDA
– A função do torcedor é mais que importante para o clube e para o jogador. Todos gostam de ser bem recebidos, sentir o carinho. O verdadeiro torcedor é aquele que acredita até o último segundo de jogo e, aqui no Vasco, o futebol é bonito por isso. Na última vez que estive aqui fui xingado, mas agora o pessoal sabe que é passado e teremos muitas alegrias juntos. Fico feliz pela aprovação nos veículos da internet.
RESPONSABILIDADE
– Chegar em um clube da dimensão do Vasco e ter que ser um salvador é uma responsabilidade grande. Ter jogadores de qualidade ao lado é importante demais para ‘dividir’ a responsabilidade. Com certeza, enquanto eu estiver vestindo a camisa do Vasco, vou procurar honrar.
CONDIÇÕES FÍSICAS
– Estou treinando. Parei três dias com uma tendinite no joelho, mas nada preocupante. O único dia que não treinei foi hoje (quinta-feira) e ainda dá tempo de fazer alguma coisa. Estou apto a treinar.
PROJETOS
– Meu pensamento sempre foi conquistar títulos. Quando o grupo é vitorioso o individual aparece. Se eu tiver 20% da história do presidente vai ser ótimo.
PROPOSTA – Não foi a melhor proposta, mas está dentro do que imaginávamos e estou feliz. É um momento que o clube precisava. E tem uma coisa que é essencial: a relação que o Rodrigo Caetano e o presidente me passaram foi o que mais me atraiu no Vasco. Tive outras propostas, mas a partir do momento que o presidente pega o telefone e liga para convidar para jogar em um clube do tamanho do Vasco pesa muito na hora de colocar a cabeça no travesseiro. TITULAR? – Venho para somar, independentemente de quem vá jogar. Tenho que pensar no grupo, temos que pensar nas competições importantes. Espero estar contra o Fluminense. O pensamento de quem chega com um pouco mais de bagagem como eu é o de ser campeão, o Vasco não pode entrar em uma competição por entrar e tenho certeza de que todos que chegaram pensam assim. NOVO XODÓ? – Venho para ser mais um xodó, não quero individualidade. Não vou conseguir fazer gols sozinhos, assim como o Bernardo. Espero ser mais um a cair nos braços do torcedor. CONHECE O RIO? – Conversei com o Deco e ele falou para eu vir que ele assinava embaixo. Vamos treinar antes para ver se vou poder estrear contra ele.














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