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Seleção Brasileira

30 de outubro de 2026 às 16:51:22

Kayo Henrique

Confusão na Série A pode ajudar o Tigre

15 de jan. de 2014
2 min de leitura

A Série A do Campeonato Brasileiro pode ser formada com 24 times, para encerrar os processos judiciais, significa que não haverá os quatro rebaixados para a Série B. Mas a “segundona” não pode ter menos de 20 times, está no regulamento e o estatuto do torcedor não permite alterações. Ou seja, além dos quatro times que vieram da Série C (Santa Cruz-PE, Sampaio Corrêa-MA, Luverdense-MT e Vila Nova-GO), teria que subir mais quatro times (Treze-PB, Macaé-RJ, Caxias-RS e Betim-MG).

Assim, por tabela o reajuste aconteceria também na Série D, que teria mais quatro times conquistando o acesso, além dos quatro que já subiram (Botafogo-PB, Juventude-RS, Tupi-MG e Salgueiro-PE), subiriam Tiradentes-CE em 5º, Mixto-MT em 6º, Metropolitano-SC em 7º e Plácido de Castro-AC em 8º.

Vários dirigentes e comentaristas esportivos apostam que a CBF não terá outra saída a não ser o Brasileirão com 24 equipes, pois existem centenas de processos judiciais e uma simples liminar pode paralisar a competição:

“Segundo o diário Lance! a CBF já estuda organizar um Brasileirão com 24 times. Assim, sobem os quatro da Série B e nenhum time será rebaixado, mantendo Portuguesa, Vasco, Ponte Preta e Náutico.”(Radialista e jornalista Milton Neves, em seu blog).

“Infelizmente essa bagunça não vai terminar. Eu acredito que não vai cair ninguém e que vão jogar um campeonato com 24 times”, (Andrés Sanchez – ex-presidente do Corinthians e provável concorrente à presidência da CBF – em entrevista à Rádio Jovem Pan).

“Com ações na Justiça Comum, se mantidas, a CBF seria obrigada a realizar um torneio com 24 equipes, já que não teria como cancelar o acesso das quatro equipes da Série B.”(Jornal Tribuna da Bahia)

“A CBF sabe que não conseguirá cassar todas as liminares contra a decisão do STJD na Justiça Comum e por isso, embora não admita, já estuda, sim, fazer o Brasileiro com 22 ou ou 24 clubes. No primeiro caso, Náutico e Ponte Preta seriam os únicos rebaixados e se preservaria a fórmula de pontos corridos. Caso estes dois clubes não aceitem a solução, o “mata-mata” voltará por falta de datas.”(Renato Mauricio Prado, Blog O Globo).

A alteração do número de integrantes na Série A seria organizada com modificação no regulamento pelo CNE (Conselho Nacional do Esporte), órgão do Ministério do Esporte que pode alterar o regimento desde que pedido pela CBF, como prevê a legislação esportiva.

 
 
 

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