Silval Barbosa promete apurar lisura de processo licitatório do VLT e acena para demissão de servi
Governador ressaltou que vai sentar com Chico Daltro para discutir situação de Rowles Magalhães.
O governador Silval Barbosa (PMDB) disse que vai apurar as denúncias divulgadas nesta sexta-feira (17) pelo portal UOL, de que setores do governo estadual receberam propina para que o consórcio VLT Cuiabá fosse o vencedor da licitação para a construção do modal de transporte.
“Não vou ficar omisso sobre este assunto, assim quando nunca fiquei em assuntos que se referiam a corrupção dentro do Governo, ninguém tem autorização para falar em nome do Estado sobre o VLT e nem em fazer negócios em cima de licitação”, afirmou o governador Silval Barbosa. Sobre Rowles Magalhães, assessor especial do vice-governador Chico Daltro, e que revelou ao portal todo o esquema de corrupção, além de ter admitido que participou do esquema, Silval preferiu ser cauteloso, mas levantou a possibilidade dele ser demitido.
“Eu não posso falar ainda sobre demissão porque é ainda muito cedo, eu li a reportagem antes de vir aqui. Não podemos tomar atitudes assim de forma imediata, mas vou me sentar com o vice-governador para podermos discutir sobra esse servidor, não só ele, como qualquer outro”, declarou.
Rowles Magalhães era funcionário da empresa Infinity, que teria oferecido o estudo de viabilidade do VLT ao Governo do Estado, em troca de que a estatal portuguesa Fercosult participasse da construção, o que não ocorreu.
Por se sentir traído, o próprio Rowley afirmou ao jornal que passou a pressionar o Estado por interesses da Infinity e da estatal portuguesa ameaçando revelar todo o esquema de propina.
Silval também fez um histórico sobre o VLT, e afirmou que várias pessoas tentaram usar o modal de transporte da capital mato-grossense na tentativa de ‘derrubar’ o ex-ministro das Cidades, Mário Negromonte (PP).
“Usaram o VLT para derrubar o ministro dizendo que mudamos o modal de BRT para VLT, o que fizemos realmente, mas tentaram confundir afirmando que iria ter superfaturamento, o que não é verdade”, disse o governador.
O peemedebista também citou a deputada estadual Luciane Bezerra (PSB), que antes de o resultado da licitação ter sido anunciado, levantava a possibilidade de fraude no processo em favorecimento da Mendes Júnior.
Por conta de todos esses problemas envolvendo o VLT, Silval afirmou que fez questão de fazer um processo claro, para que todos os membros do Ministério Público e da sociedade não tivessem dúvidas sobre a lisura.
“Eu não posso falar ainda sobre demissão porque é ainda muito cedo, eu li a reportagem antes de vir aqui. Não podemos tomar atitudes assim de forma imediata, mas vou me sentar com o vice-governador para podermos discutir sobra esse servidor, não só ele, como qualquer outro”, declarou. Rowles Magalhães era funcionário da empresa Infinity, que teria oferecido o estudo de viabilidade do VLT ao Governo do Estado, em troca de que a estatal portuguesa Fercosult participasse da construção, o que não ocorreu. Por se sentir traído, o próprio Rowley afirmou ao jornal que passou a pressionar o Estado por interesses da Infinity e da estatal portuguesa ameaçando revelar todo o esquema de propina. Silval também fez um histórico sobre o VLT, e afirmou que várias pessoas tentaram usar o modal de transporte da capital mato-grossense na tentativa de ‘derrubar’ o ex-ministro das Cidades, Mário Negromonte (PP). “Usaram o VLT para derrubar o ministro dizendo que mudamos o modal de BRT para VLT, o que fizemos realmente, mas tentaram confundir afirmando que iria ter superfaturamento, o que não é verdade”, disse o governador. O peemedebista também citou a deputada estadual Luciane Bezerra (PSB), que antes de o resultado da licitação ter sido anunciado, levantava a possibilidade de fraude no processo em favorecimento da Mendes Júnior. Por conta de todos esses problemas envolvendo o VLT, Silval afirmou que fez questão de fazer um processo claro, para que todos os membros do Ministério Público e da sociedade não tivessem dúvidas sobre a lisura. Foto: Marcos Lopes/Hipernotícias














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