União consegue liminar do STJD para o retorno de torcedores aos estádios na Série D
- Redação
- 26 de ago. de 2021
- 2 min de leitura
Após se classificar antecipadamente à segunda fase do Brasileirão Série D, o União obteve liminar – concedida pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) – para o retorno de torcedores em jogos com o mando de campo do Colorado. A medida tem validade em todo o território mato-grossense. A decisão foi divulgada na tarde desta quarta-feira (25).
Em julho, o governador Mauro Mendes sancionou a lei que autoriza o retorno parcial do público aos estádios de futebol no Estado. Os interessados em acompanhar os duelos direto da arquibancada deverão cumprir os procedimentos estabelecidos: exame RT-PCR negativo para a Covid-19 realizado em até 48h antes do evento ou pessoas que já tiverem concluído a vacinação – com duas doses ou dose única, a depender do imunizante. Além disso, o retorno do público não poderá exceder 35% da capacidade do palco esportivo.
O União manda seus jogos no estádio Luthero Lopes, em Rondonópolis, onde será permitida a capacidade máxima de 30%, conforme lei municipal. De acordo com o Presidente do Colorado, Reydner Souza, os portões devem ser abertos aos torcedores a partir da segunda fase da Série D, com jogos mata-mata. A decisão levou em conta o pouco tempo para organizar o retorno já neste fim de semana.
“É com muita satisfação e alegria que recebemos essa notícia do STJD. Falando com a FMF, entramos em um consenso de que há pouco tempo para se organizar, então nós decidimos que o retorno do público será apenas a partir do mata-mata, porque é mais prudente se organizar, conversar com os órgãos de saúde do município sobre essa questão, preparar o torcedor, porque terá exame no dia em que for comprar ingresso, no dia em que for entrar no estádio, e então as pessoas deverão correr atrás disso. Para que a gente possa ter toda a tranquilidade e dar exemplo positivo para o Brasil, que é possível fazer futebol com organização e cumprindo com os protocolos”, disse o presidente do União.
A CBF ainda pode reverter a situação, já que é a entidade responsável por organizar o campeonato.
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